
*** Jornal a Voz da Cidade - Dia 02 de Setembro de 2011 - Sexta-feira***
O Partido Socialista Brasileiro (PSB), a Fundação João Mangabeira e o PSB-RJ realizaram nesta segunda, 5/9, o seminário nacional “A crise econômica internacional e a economia do Brasil”, no Rio de Janeiro. Os palestrantes foram os professores Carlos Lessa e Wilson Cano (manhã); Theotônio dos Santos e Márcio Porchman (tarde).
Na abertura do seminário, o governador de Pernambuco e Presidente Nacional do PSB, Eduardo Campos, recebeu as filiações do pianista Arthur Moreira Lima e do ex-ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
A cerimônia contou com as presenças do vice-pres. do PSB, Roberto Amaral, do primeiro secretário Nacional, Carlos Siqueira, da líder da bancada Federal, deputada Ana Arraes, do Presidente do PSB-RJ, deputado federal e secretário de Ciência e Tecnologia do RJ, Alexandre Cardoso, do deputado federal Glauber Braga e de lideranças estaduais e militantes.
Eduardo Campos declarou que as filiações de Jose Gomes Temporão e Arthur Moreira Lima ao PSB são muito importantes para a política brasileira. “Eles darão mais qualidade ao debate político”, disse.
Alexandre Cardoso confirmou a estratégia para 2012: ”O partido está reunindo grandes nomes para elaborar um projeto nacional com ênfase nas cidades’.
O seminário
Palestrando para cerca de 500 pessoas os debatedores analisaram e discutiram o tema Os horizontes da sociedade contemporânea – especialmente, a brasileira frente aos desafios lançados por estruturas, internacionais e nacionais, injustas e desiguais. No seminário foram discutidos também, estratégias, planejamento e o aprofundamento das políticas públicas e das medidas sócio-econômicas para que o Brasil não seja atingido pela crise central do capitalismo e possa superar suas iniqüidades sociais e os desequilíbrios regionais e nacionais.
O ex-presidente do BNDES, Carlos Lessa afirmou: “o que dá saúde a uma economia é ampliar a agressividade no comércio internacional ou desenvolver poderosamente o mercado interno”. E concluiu: “Se não houver retomada do investimento na indústria, o país não terá ampliação de capacidade produtiva”.
Para Wilson Cano, professor Titular do Instituto de Economia da UNICAMP, “o Brasil precisa formular um projeto nacional de desenvolvimento econômico. Esse tem de considerar a possibilidade de crescimento elevado, mas se centrar na justiça social. É absolutamente prioritário no país redistribuir a renda. Um dos vetores do projeto de crescimento deveria se orientar pela expansão do mercado interno. Na verdade, não há metas de desenvolvimento, de crescimento ou de melhoria das condições gerais da população. Há metas de inflação. E todo o restante da política macroeconômica é convertido para garantir a execução das metas de inflação”.
Theotônio dos Santos (professor Eméritoda UFF), afirmou que “a organização da economia é voltada para a exportação há séculos” Por outro lado, disse o professor, “o ouro de Minas financiou o progresso da Europa”.
Márcio Porchman ( Presidente do IPEA), afirmou que “a história se constrói com as próprias mãos. A crise é o velho se embotando. O velho está esgotado e o novo ainda não se apresentou. Saímos da centralização econômica com predomínio neoliberal – EUA e Europa. Agora, a China e o resto da Ásia se aproximam deste centro dinâmico) e a A. Latina também tende também a se aproximar”. E continuou, “quem conduz o país é a política. A economia é só a ferramenta”.
O PSB de Porto Real compareceu ao Seminario com seus filiados.
Fonte: www.psbrio.org.br


Considerado uma das mais importantes personalidades da nossa cultura, Arthur Moreira Lima projetou-se internacionalmente no Concurso Chopin de Varsóvia. Laureou-se também nos Concursos de Leeds (Inglaterra) e Tchaikovsky (Moscou). Desde então, Moreira Lima tem feito turnês em todos os continentes, lotando as principais salas de concertos do mundo. Entre as orquestras e os regentes famosos com quem já se apresentou, estão as Filarmônicas de Leningrado, Moscou, Varsóvia, Sinfônicas de Berlim, Viena, Praga, BBC de Londres, National da França, sob a direção de Kurt Sanderling, KiriIl Kondrashin, Mariss Jansons, Serge Baudo, Jesus Lopez-Cobos, Sir Charles Groves, Vladimir Fedosseyev, Rudolf Barshai…
A crítica mundial o considera extraordinário intérprete do grande repertório romântico e não tem poupado elogios à beleza da sua sonoridade e ao seu grande virtuosismo. Nascido no Rio de Janeiro, Arthur Moreira Lima começou a estudar piano aos seis anos, e já aos nove tocava um concerto de Mozart com a Orquestra Sinfônica Brasileira.
Fonte: www.psbrio.org.br
A criminalidade na internet custou US$ 114 bilhões e afetou 431 milhões de pessoas em 2010, segundo um relatório publicado nesta quarta-feira (7) pelo fabricante de antivírus Symantec, que produz o programa Norton.
Segundo o documento, 74 milhões de pessoas nos Estados Unidos foram vítimas de crimes informáticos em 2010, o que supõe US$ 32 bilhões em perdas financeiras diretas. Na China, o custo do crime cibernético alcançou os US$ 25 bilhões, enquanto no Brasil chegou a US$ 15 bilhões e, na Índia, aos US$ 4 bilhões, indicou o relatório.
Segundo a Symantec, mais de dois terços dos internautas adultos (69%) foram vítimas de crime cibernético em algum momento de suas vidas, o que resulta em mais de um milhão de vítimas de cibercrime por dia.

O texto aprovado é um substitutivo do deputado Glauber Braga (PSB-RJ). O relator acolheu sugestões do PL 840/11, do deputado Chico Alencar (Psol-RJ), e do PL 1385/11, do deputado Ricardo Izar (PV-SP), que tramitam em conjunto.
O substitutivo aprovado inclui exigências que deverão estar presentes em todos os planos diretores. Cada município possui seu plano diretor, que indica as regras para a consolidação e a expansão urbanas; e traz as diretrizes para implantação dos sistemas de drenagem e de construção de áreas verdes.
Entre estas regras, a proposta inclui um limite máximo de impermeabilização dos terrenos. Além disso, prevê diretrizes para a regularização fundiária de assentamentos; planos de contingência em relação a áreas de risco; previsão de implantação de calçadas ecológicas (que possuem área permeável) ou soluções técnicas equivalentes, em municípios com população acima de 80 mil habitantes; e cria normas para operacionalização dessas medidas. Todas estas alterações foram sugestões dos projetos de Lei 840/11 e 1385/11, que deram base ao substitutivo.
Estratégias de defesa
O relator defende a utilização de planejamentos específicos para cada cidade. “A alteração proposta visa determinar que, nas localidades sujeitas a especial risco de enchentes, deslizamentos ou eventos similares, seja exigida a elaboração de plano específico para a drenagem e o manejo das águas pluviais urbanas, compatível com o plano diretor previsto no Estatuto da Cidade.”
Pela norma aprovada, os municípios terão o prazo máximo de dois anos para se adaptarem. A União atuará no mapeamento das áreas de risco, apoiando os estados, o Distrito Federal e os municípios.
O substitutivo altera o Estatuto da Cidade (Lei 10.257/01), a Lei do Saneamento Básico (11.445/07), a Lei do Sistema Nacional de Defesa Civil (12.340/10) e as leis 6.766/79, 8.036/90, 8.666/93 e 8.987/95. O texto também revoga a Lei 6.528/78.
Tramitação
A matéria tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: www.glauberbraga.com.br